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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Relações no Trabalho: Ser Político ou praticar a Politicagem?

No dia a dia das empresas, em muitos casos, percebe-se que os jovens profissionais acabam distorcendo o real significado de “Ser Político” no ambiente de trabalho, o que acarreta significativamente dificuldades nos relacionamentos.
No dicionário, de uma forma resumida, descreve-se que: Político é um indivíduo ativo de um grupo. Pode ser formalmente reconhecido como uma pessoa que influencia a maneira e a dinâmica de um grupo. Em qualquer situação em que uma pessoa conduz outras em prol de algo, pode-se dizer que há uma relação política. De acordo com a descrição apresentada, ser político, nada tem a ver com indivíduos exacerbadamente superficiais e que tentam a todo custo serem “queridos” pelo grupo e líderes. O dom de ser político pode levar o profissional ao sucesso, assim como, a forma exagerada em ser acabará o destruindo.
É fato, quem não sabe relacionar-se, certamente ficará paralisado na mesma posição. Muita gente desconhece a maneira certa de ser notado diante dos outros. Não basta apenas ser um excelente profissional, mas sim conseguir ser visto como tal. Ser o primeiro a chegar e o último a sair não significa que alguém está vendo seu trabalho e te supervalorizando por isso. É imprescindível saber a hora certa de mostrar que você faz a diferença, que você proporciona resultados e que de fato sabe questionar, com o que não concorda de forma respeitosa e educada.
Existe um caminho duro entre ser político e fazer politicagem. A politicagem é, sem dúvida, um lado da política negativa, totalmente bajulador, puxa saco, superficial, falso e solícito até demais. Sem contar que apresenta sempre aquele sorriso forçado que todos percebem e se incomodam. Enquanto ser político consiste na capacidade de negociar, de relacionar-se com maestria, de articular grupos em torno de seus conhecimentos e acima de tudo agregar valor à organização.
Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, ser político não significa puxar o tapete dos outros para crescer a qualquer custo e sim conquistar seu espaço com muito trabalho, suor no rosto, respeito ao outro e muita resiliência. Ser político é entender as regras do jogo, dominar as relações de poder e saber transformar tudo em positivo, com visão otimista e perfil colaborativo.
Com certeza, quem não sabe fazer política e sim politicagem, dificilmente chegará a cadeiras altas. E se fatalmente alcançá-las, não irá sustentá-las. É indispensável jogo de cintura, flexibilidade e saber que tudo tem a hora certa para acontecer. Sem dúvida, os líderes devem atuar frente a equipe posicionando-os sobre esta questão frequentemente.
Cultive o bom relacionamento no trabalho, respeite as pessoas ao seu redor e treine a sua capacidade de liderança.
Observe ao seu redor a pessoa e profissional que ocupa uma cadeira alta. Aprenda com ele e um dia você chegará lá, e então, será a sua vez de ser um profissional exemplar a aqueles que estão a cada dia lutando para um crescimento na base do: Trabalho duro, dedicação e com uma política saudável e sustentável. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A Importância da Proatividade para o sucesso profissional


Com o mercado extremamente dinâmico, proatividade passa a ser um requisito fundamental para o sucesso profissional. Mas, o que é ser proativo? Segundo o dicionário, proativo é um adjetivo de quem “Pensa e age antecipadamente; que, por antecipação, adota medidas para evitar ou resolver problemas futuros”. Ser proativo, é ter iniciativa, fazer questionamento positivo, ter agilidade e responsabilidade, planejar o que faz e aperfeiçoar-se continuamente.

Alguns exemplos de proatividade no ambiente de trabalho:
  1. Antes das reuniões, prever os questionamentos que as pessoas poderão fazer e levantar as informações necessárias para respondê-los.
  2. Ter a capacidade de analisar as situações e imaginar o futuro, o que permitirá tomar as atitudes que ajudarão na ocasião. 
  3. Antes que o cliente ligue, o profissional o contata e renegocia o prazo, caso entenda que atrasará a entrega.
  4. Antes que a liderança lhe pergunte sobre o andamento de um projeto, produzir um e-mail apresentando dados da situação.

O profissional proativo tem a capacidade de influenciar seu ambiente de trabalho sendo capaz de se adaptar a qualquer mudança. O oposto, pessoas que não têm essa personalidade proativa, apresentam comportamentos diferentes: não conseguem identificar ou aproveitar as oportunidades de mudar as coisas positivamente.
Prontidão, questionamento, comprometimento, antecipação, senso de urgência, iniciativa, agilidade, responsabilidade e consistência descrevem o conceito de proatividade.
O papel do líder no processo de construção da proatividade na equipe é fundamental. A responsabilidade inicial é do líder, e ele tem que ser proativo para dar exemplo. A necessidade de saber engajar as pessoas é frequente.
O líder deve conhecer seus liderados, saber com quem está lidando e saber qual a forma correta de buscar o melhor desempenho de seus colaboradores. Além disto, fazer com que os liderados pensem e busquem resoluções para as situações, busquem informações e se antecipem, é uma boa ferramenta.
A proatividade é um exercício e uma habilidade que, além de modificar o modo como o profissional é visto dentro do ambiente de trabalho, ainda pode trazer benefícios na vida pessoal.

Dicas do RH, a seguir, para ser um profissional proativo:

  1. Faça uma análise de como executar as tarefas com mais eficiência e assertividade.
  2. Crie uma rotina planejada para realizar tarefas; distribua as atividades em importantes e urgentes; procure passos que possam ser eliminados ou reduzidos; colete todas as informações necessárias antes de iniciar qualquer trabalho.
  3. Antecipe os problemas e desenvolva soluções alternativas.
  4. Questione líderes e RH sobre as mudanças que você está percebendo;
  5. Busque resolver os problemas, ao invés de deixá-los ampliar;
  6. Avalie o que realmente funciona e o que não funciona enquanto executa um processo ou procedimento para ter mais facilidade em executa-lo nas próximas demandas;
  7. Tente antecipar as necessidades e o que você vai precisar saber realizando uma tarefa;
  8. Pense de maneira criativa. Faça anotações, armazene ideias, coloque as ideias em ação;
  9. Observe e absorva tudo o que acontece a sua volta;








sexta-feira, 10 de maio de 2013

Mudança Organizacional - Líder e sua importância no processo


O mundo está em constantemente modificação. A economia global proporciona tanto riscos quanto oportunidades impulsionando as empresas a buscarem melhorias frequentes, não somente para se tornarem competitivas, mas para sobreviverem. Diante disso, as organizações precisam reinventar-se, sair do confortável, quebrar paradigmas e revolucionar mudanças. Diante deste cenário, surgem-se novas formas de gestão e de compreensão do contexto organizacional.

Sabe-se que no ambiente dinâmico em que as organizações estão inseridas não há fórmulas mágicas, e destaca-se aquela que se adequar ao mercado e enfrentar os desafios propostos por ele. Com isto, surgem as necessidades de mudanças organizacionais, possibilitando essa adequação.

Entretanto, juntamente com as mudanças, acompanha as resistências dos funcionários que muitas vezes impactam na evolução de toda uma organização. Com todos estes pontos, pode-se entender que o ato de resistir engloba inúmeros fatores, e que esta não pode ser evitada, sendo que neste processo estão envolvidas pessoas com objetivos individuais, culturas diversas, sentimentos de insegurança e interesses que irão afetar diretamente a recepção do processo de mudança.

A resistência no geral, não deve ser vista como negativa, pois, traz um influxo de energia à organização podendo aflorar aspectos motivacionais e energéticos, tão necessários para a reflexão e implementação das transformações.

Neste cenário, faz-se necessário uma atuação positiva da liderança que deve ser precursora da mudança. Os líderes/gestores devem contribuir significativamente no processo, uma vez que são eles que executam as operações, que tomam as decisões e por fim são as pessoas quem se comunicam e interagem entre si e com a organização, fortalecendo a cultura organizacional. A liderança deve apoiar as decisões de mudança e impulsionar o engajamento de toda equipe, mostrando que entendem e apoiam as mudanças, e que conhecem exatamente as suas razões, a fim de não permitir que o time se sinta ameaçado, e prejudicado pela transformação. A boa comunicação acerca das razões da mudança e suas reais necessidades são fundamentais e indispensáveis.

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças” Charles Darwin

terça-feira, 2 de abril de 2013

Carreira: De Quem é a Responsabilidade?

 

Este tema é algo que sempre gera uma polêmica no mundo corporativo.
Há quem responda esta pergunta atribuindo a responsabilidade de suas carreiras às empresas, outras ao mercado e situação econômica do país. Poucas são as pessoas que atribuem a responsabilidade de suas carreiras para si mesmos.
Algumas pessoas justificam o insucesso profissional alegando que as empresas não investem nelas, que não as observam e que, com isto, ficam estagnadas. Dizem que não avançam no segundo idioma por que a empresa não dá subsídios, não fazem um MBA devido a empresa não praticar aumento no salário e outras justificativas deste gênero são bastante frequentes.
               Alguns profissionais ficam por muitos anos estagnados no mesmo cargo e remuneração, sem conseguirem evoluir na carreira. Deixam de realizar cursos de reciclagem, de aprimorar conhecimentos que agregariam para a empresa, de trazer novas ideias e projetos de melhoria para a entrega do trabalho, não demonstram proatividade para resolverem os conflitos que prejudicam a área em que atuam, não se policiam para o melhor desempenho de suas competências comportamentais e etc. Enquanto isto, as empresas permanecem na expectativa de enxergar seus profissionais investindo em sua própria carreira tornando-se profissionais diferenciados.
As empresas são mais objetivas no que tange pessoas. Contratam por entender que os profissionais podem agregar valor, impulsionando o crescimento e sucesso da organização. Necessitam de um serviço de qualidade, e para isto, os remuneram. Sendo assim, os profissionais mais preparados se destacam neste processo. Portanto, deve-se investir em si mesmo, apresentar uma evolução positiva para que a empresa entenda como estratégico e vantajoso promover e reter aqueles que se destacam e que crescem buscando conhecimento a cada dia.
Os Profissionais devem se posicionar na empresa e no mercado como um todo, como um “Produto de Valor”, obtendo e oferecendo diferenciais, mesmo porque, tudo acontece com muito dinamismo e as mudanças ocorrem a cada dia. Os profissionais devem ser responsáveis em fazer as suas carreiras decolarem. Os bons profissionais querem as melhores empresas e as melhores empresas querem os melhores profissionais.
O que se tem de diferente para atrair uma melhor remuneração e oportunidade?
Tome as rédeas da sua vida, você que deve pilotar seu avião. Aproprie-se das suas conquistas.

Dicas de RH
 
1.       Pense em sua carreira independentemente da empresa em que atua.
2.       Busque ser o melhor no que faz e se capacitar para tornar-se um profissional requisitado e diferenciado.
3.       Se posicione como um “Produto de Valor”, se reconheça, invista em você que será com certeza valorizado pelo mercado.




quarta-feira, 6 de março de 2013

Mundo Corporativo: Mulheres e suas Multitarefas


Devido no mês de Março simbolizar o dia Internacional das Mulheres, vamos refletir um pouco sobre “Elas” e sua atuação no mundo corporativo.
Voltando um pouco na história para entendermos o marco do dia 08/03.
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência o que acarretou em muitas mortes. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Após anos de luta contra o preconceito e desvalorização de suas atividades, enfim a transformação. As mulheres estão a cada dia mais engajadas e inseridas no mundo corporativo onde já são a maioria, 53%, segundo IBGE. Essa ascensão das mulheres no mundo corporativo tem incentivo de muitas organizações, que investem cada vez mais em práticas de gestão para o universo feminino.
A entrada da mulher no mercado de trabalho vai além de uma sustentação familiar ou à busca por uma independência. A satisfação do bem estar pessoal e psicológico torna-se fundamental e são pontos cruciais para essa conquista. A maior ascensão da mulher no mercado de trabalho e o maior comprometimento com o desenvolvimento de sua carreira tem ajudado na diminuição das barreiras da sociedade e organizacionais. Visto que, a mulher tem sido como uma importante força de crescimento econômico.
A atuação multifuncional da mulher é um diferencial, entre diversas responsabilidades: profissional, vida social, mãe, esposa, cuidados com o lar e etc, acaba por adquirir uma visão sistêmica de todos os setores da vida agregando, assim, valor neste dinâmico mercado de trabalho. Para não deixar cair nenhum dos “pratinhos”, tenta equilibra-los através de muita dedicação, desdobramentos e busca constante de reciclagem e equilíbrio emocional. Além disto, trabalha com a organização e planejamento de suas prioridades dentro de uma agenda diária detalhada. Mesmo frente a esta maratona, as mulheres demonstram o intenso desejo por desenvolvimento profissional e foco na carreira.
Outro grande diferencial feminino é poder que a mulher possui quando o assunto é reciprocidade no ambiente de trabalho, pois ela tem a facilidade em fortalecer o trabalho em equipe, tornando ainda melhor e competitivo o capital intelectual da empresa.
Estudos comprovam que os homens, no ambiente de trabalho, são mais racionais e resistentes à mudanças ao contrário do sexo feminino que age pela emoção e consegue pensar em alternativas para resolver as situações conflituosas se adaptando facilmente à mudanças. Com isto, empresas apostam em diversidade, pois buscam sempre alcançar o equilibrio entre a razão e foco do homem com a resiliência e criatividade da mulher.
Apesar de guerreira não perde a feminilidade, a mulher esta a cada dia mais em constante busca de crescimento e reconhecimento profissional e pesquisas revelam que demonstram não medirem esforços para estarem sempre em destaque.
 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

 


Relações Afetivas no ambiente de Trabalho: E agora?

Com este mundo dinâmico, as pessoas passam mais tempo dentro das empresas do que fora delas. Dividem pensamentos, ideias criativas para o sucesso nas entrega dos projetos e atividades. Com isto, criam vínculos de amizade com as pessoas que estão ao longo do dia, lado a lado nos desafios organizacionais.  Dividem questões pessoais, familiares, insatisfações e alegrias. Descobrem afinidades, pensamentos e gostos em comum, porém, esta amizade passa a ser cada vez mais intensa e derrepente percebe-se que existe algo a mais.

Algumas empresas utilizam de políticas internas impedindo vínculos afetivos entre profissionais da mesma empresa e ou departamento. Outras empresas, com uma visão mais flexível, apenas gerenciam os relacionamentos e comportamentos de forma atenciosa.

Não há lei que impeça vínculos afetivos no ambiente de trabalho, mas as empresas esperam postura e maturidade dos envolvidos para administrar a relação de forma discreta e ética onde não haja descomprometimento profissional de nenhum dos lados.

Vazar informações de departamentos, seguir o horário/expediente do outro, faltar com as entregas, devido conflitos emocionais no relacionamento, circular frequentemente na área/departamento do par, trocar e-mails pessoais no horário de trabalho, fazer declarações por telefone e entre outros são comportamentos não aceitáveis que podem gerar futuros problemas ou até mesmo demissão de um dos envolvidos.

Esconder dos chefes o relacionamento não é indicado, pois mentira “tem pernas curtas” e isso pode trazer desconfiança sobre sua sinceridade e transparência junto a empresa. Deve-se expor a situação ao superior e relatar seu interesse de permanecer na empresa de forma a não prejudicar a sua carreira e nem a organização como um todo. Independentemente da área ou cargo hierárquico, a imparcialidade deve prevalecer sempre.


Dicas do RH:

1.    Os conflitos pessoais devem ser resolvidos fora da empresa, mesmo que seja crise de choro dentro do banheiro, pois gera-se fofocas devido as pessoas perceberem quando trata-se de problemas de um casal de namorados;
2.    Discrição é primordial, beijos, abraços e crises de ciúmes dentro da empresa, assim como comentários com outrem sobre a relação, não devem acontecer;
3.    Mantenha a seriedade, não permitindo que o relacionamento profissional e a produtividade sejam afetados;
4.     Não controle, nem impeça as amizades do seu companheiro com os demais colegas de trabalho.



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Comportamento : A Chave para o sucesso profissional



Nascer, aprender, crescer, escolher que carreira seguir, decidir a universidade a se formar, estudar idiomas, buscar o melhor trabalho e profissão, esses são os caminhos percorridos por uma grande parcela da população em busca do sucesso profissional. A preocupação em ter o diferencial para se destacar neste mundo corporativo é o anseio de muitos profissionais.  Mas nada adianta investir em formação se faltar o que há de mais complexo, o comportamento.

Ter uma boa capacitação e ou formação deixou de ser o ponto fundamental para se atingir o sucesso na carreira. As organizações estão a cada dia mais preocupadas com as competências comportamentais dos profissionais, pois são eles que representam as empresas e estão diretamente relacionados com o crescimento do negócio. Profissionais com maus comportamentos podem trazer grandes danos as organizações, destruindo com apenas uma atitude o que levou-se anos para construir.

Quando falamos em comportamento, nos deparamos com um universo de situações. Dentre muitas, cito algumas mais comuns e prejudiciais ao crescimento profissional dentro das empresas:

Conversas Informais (Fofocas) – Falar de outros companheiros de trabalho de forma pejorativa, além de demonstrar falta de foco no trabalho, denota falta de maturidade para assumir posições de liderança. Ninguém confia em quem não se tem um comportamento neutro e a quem tem dificuldade de manter sigilo das informações.

Falta de Postura
Refere-se tanto com relação a informalidade nas vestimentas, quanto postura ao andar e sentar, principalmente para pessoas do sexo feminino.  Além disto, a verbalização informal, uso de gírias e palavreados não coloquiais estão associados a postura errônea dentro do mundo corporativo. Além de demonstrar despreparo para uma comunicação assertiva, também demonstra imaturidade.

Falta de Comprometimento
Ausências e faltas constantes bem como atrasos significativos leva-se a ideia de desmotivação, falta de responsabilidade e o mais impactante; falta de interesse em pertencer a empresa e ao time (Não vestir a camisa).

Apesar do aumento constante de jovens profissionais em busca de seu espaço dentro das organizações (o que torna positivamente um mercado mais competitivo), encontra-se nestes a ausência das competências comportamentais, o que aumenta a ação do RH em desenvolver e acompanhar toda essa evolução dinâmica e desafiadora.

Dica do RH:
1. No ambiente profissional, converse sobre ideias e não sobre as pessoas;
2. Todos os dias, vista-se para ir ao trabalho com o mesmo cuidado como se apresentou em sua primeira entrevista na empresa;
3. Mude sua atitude. É a atitude que nos impulsiona o sucesso ou ao fracasso;